Caisan debate impactos de conflitos internacionais e mudanças climáticas para a segurança alimentar e nutricional no Brasil

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O Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) defendeu que garantir alimentação adequada e saudável para a população exige ação coordenada do Estado para apoiar a produção de alimentos, fortalecer a proteção social e a geração de emprego e renda, além de enfrentar desafios como os impactos provocados por fatores como conflitos internacionais e mudanças climáticas. O tema esteve no centro dos debates da Reunião Ordinária da Câmara Interministerial de Segurança Alimentar e Nutricional (Caisan), composta por 24 ministérios, nesta segunda-feira (1.06), em Brasília.

O ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome e presidente da Caisan, Wellington Dias, ressaltou a importância do diálogo e da articulação entre os ministérios, para mitigar os efeitos de guerras e das mudanças climáticas na promoção da segurança alimentar e nutricional. Ele também ressaltou os avanços do Brasil nos últimos anos.

“Com a geração de milhões de empregos formais e a ampliação da renda das famílias inscritas no Cadastro Único, milhões de pessoas passaram a consumir mais alimentos. Estamos falando de milhões de trabalhadores, empreendedores e famílias que passaram a ter maior capacidade de consumo, o que representa uma conquista social importante”, destacou o ministro, reforçando a importância de seguir com a implementação de políticas econômicas e sociais para garantir o direito humano à alimentação adequada. 

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O MDS defende que garantir alimentação adequada e saudável para toda a população exige ação coordenada do Estado para apoiar a produção de alimentos; organizar sistemas de abastecimento; promover trabalho e renda; fortalecer a proteção social; ampliar o acesso à água; proteger o meio ambiente; enfrentar desigualdades; e garantir condições para que os alimentos cheguem à mesa da população com qualidade e preços acessíveis. Para articular essas políticas, o Brasil criou, há 20 anos, o Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Sisan).

Monitoramento do III Plansan

Durante a reunião, a secretária extraordinária de Combate à Pobreza e à Fome do MDS, Valéria Burity, destacou o I Ciclo de Monitoramento do III Plano Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (III Plansan), que será apresentado durante o Encontro da 6ª Conferência Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional +2, marcada para acontecer de 8 a 10 de junho em Brasília. 

“O Plano Brasil Sem Fome foi construído para enfrentar a emergência do retorno da fome e retirar o país do Mapa da Fome. O III Plansan, vigente de 2025 a 2027, por outro lado, foi elaborado para consolidar esses avanços e orientar a construção de sistemas alimentares mais justos, sustentáveis, resilientes e inclusivos”, explicou.

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De acordo com Valéria Burity, o primeiro ciclo de monitoramento do plano demonstra resultados positivos em 2025, primeiro ano de vigência. “O III Plansan não é apenas um instrumento de planejamento, mas uma agenda efetivamente em implementação, com forte mobilização interministerial e capacidade concreta de produzir resultados para a população”, pontuou.  

Assessoria de Comunicação-MDS

 

Fonte: Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome

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